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Dibulgado pela REUTERS, por Natuza Nery
O Brasil viverá um aumento das ocupações de terra se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições e um crescimento da violência no campo caso o tucano José Serra seja o escolhido.
O diagnóstico é do economista marxista João Pedro Stédile, fundador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), maior organização social do país.
Ele explica que a intensificação de atos num eventual governo do PT ocorre justamente pelas afinidades históricas entre os dois grupos.
"Um operário, diante de um patrão reacionário, não se mobiliza. Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves", disse ele em entrevista à Reuters, a primeira desde o início do processo eleitoral.
"Se o Serra ganhar, será a hegemonia total do agronegócio. Será o pior dos mundos. Haverá mais repressão e, por isso, tensão maior no campo...A vitória dele é a derrota dos movimentos sociais", acrescentou.
Por essa razão, a opção "majoritária" do movimento é apoiar a ex-ministra--mesmo que, nos últimos anos, justamente num governo considerado amigo, o MST tenha se enfraquecido e chegado à conclusão de que "o agronegócio venceu".
"Lula não fez reforma agrária, mas uma política de assentamento...Metade dos números do governo é propaganda", afirma Stédile.
Segundo dados oficiais, quase 1 milhão de famílias foram instaladas nos últimos sete anos em terras cedidas pela União ou compradas do setor privado pelo valor de mercado.
Menos de 10 por cento dos 47 milhões de hectares destinados a este fim foram obtidos por meio de desapropriações de terras improdutivas ou griladas, mecanismo defendido pelo movimento.
O modelo adotado por Lula custa caro. Na região Sul, uma das mais caras do país, assentar uma família exige o desembolso de 126 mil reais. A média nacional é de 65 mil reais, conforme cálculo no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Apesar de algumas decepções, João Pedro Stédile descarta apoiar um candidato de extrema esquerda. "Não temos alternativa."
"É como se você percebesse que seu time pode cair pra segunda divisão e faz o que for possível para vencer o campeonato."
CRIMINALIZAÇÃO
O MST vive um período difícil e se queixa de ter sido alvo de criminalização pela imprensa e por "forças de direita" nos dois mandatos do PT. Stédile raramente dá entrevistas.
"A imprensa, que antes nos tratava como coitadinhos e até nos elogiava, passou a nos dar um pau nesses oito anos, passou a ser arma da direita para nos estigmatizar."
O movimento endossou a candidatura de Lula em 2002 apostando numa administração à esquerda. Frustrou-se com a continuidade do modelo macroeonômico implantado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Voltou a dar um apoio tímido em 2006, momento mais difícil para o PT com a crise do mensalão. Após a vitória de Lula naquelas eleições, as relações ficaram estremecidas.
Nesse período, a organização enfrentou três CPIs no Congresso e perdeu diversos repasses financeiros de convênios federais. Partidos como PSDB e Democratas acusam o governo de patrocinar ocupações de terra com dinheiro público.
"Não somos puxa-saco nem pau-mandado de ninguém", enfatiza.
CUTRALE
Epiódios controversos também tiraram capital político da organização, como a destruição por grupos sem-terra de pés de laranja de uma das fazendas da empresa Cutrale. As imagens flagradas pela TV arrancaram de Lula duras acusações de prática de "vandalismo".
"Aquilo foi um erro tático...Mas aquele ato impensado foi usado contra nós como se tivéssemos matado uma criança", rebateu o líder sem-terra. "Se fôssemos radicais, estaríamos botando fogo em tudo."
O apoio informal à Dilma --que assegurou durante a campanha que não vai tolerar "atividades ilegais" do movimento--, e não a presidenciáveis ideologicamente mais próximos ao MST, como Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), vem de uma avaliação pragmática de que esses nomes não foram capazes de aglutinar forças populares.
Para Stédile, Marina Silva (PV), assim como os outros candidatos de esquerda, não devem receber mais que 10 por cento dos votos sem-terra. "Ela expressa as forças sociais apenas da classe média do Rio de Janeiro e de São Paulo."
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Preparam a abertura das portas do inferno. Esta é a mesma gente que quer matar as pessoas a pedradas, ver as crianças morrerem, terminar com o respeito das pessoas entre elas.
É este o fim que querem para esta bela Pátria, ao invés de se unirem na busca de soluções pacíficas?
sexta-feira, 9 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
A Copa e a Doença do Espírito
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Nosso País deve urgentemente tratar de seu espírito nacional, pois este está sendo obsedado pela sombra do Mal.
Nota-se que o espírito de uma nação está doente quando os princípios que a direcionaram durante séculos - com bem mais acertos do que erros - são não só abandonados, mas tripudiados, cuspidos, pisoteados, como se tudo o que existe na Pátria, tudo o que foi construído pelos nossos pais, avós e antepassados - e todos os temos, independende de idade, sexo e condição econômica -, tenham feito bobagens incríveis, baseados na desconsideração aos outros e no desamor aos seus concidadãos, e tenham sido salvos por um ignorante, que pouquíssimo trabalhou, que sempre foi protegido, inclusive pela Ditadura, e pelo sindicalismo deturpado que visava tão somente ao poder, e que agora quer impingir ao sofrido povo uma outra pessoa sem qualificação nenhuma, além de seu lado violento e psicótico.
A doença tomou conta do país de tal modo que roubar, mesmo que seja apenas a boa fé alheia, está parecendo normal e meritório, e que o País pode e deve vencer competições desportivas fazendo uso de falcatruas e atos desonestos, como aconteceu com o "maravilhoso" gol de Luís Fabiano, de mão. Pior, tendo ele se orgulhado dessa 'malandragem' logo após, em entrevista assistida pelos jovens e pelas crianças brasileiras. devia achar que os brasileiros estavam de acordo. Pobre nação quando um seu atleta acha que ganhar a Copa do Mundo vale mais do que a honra, a honestidade, a probidade e a vergonha na cara.
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Nosso País deve urgentemente tratar de seu espírito nacional, pois este está sendo obsedado pela sombra do Mal.
Nota-se que o espírito de uma nação está doente quando os princípios que a direcionaram durante séculos - com bem mais acertos do que erros - são não só abandonados, mas tripudiados, cuspidos, pisoteados, como se tudo o que existe na Pátria, tudo o que foi construído pelos nossos pais, avós e antepassados - e todos os temos, independende de idade, sexo e condição econômica -, tenham feito bobagens incríveis, baseados na desconsideração aos outros e no desamor aos seus concidadãos, e tenham sido salvos por um ignorante, que pouquíssimo trabalhou, que sempre foi protegido, inclusive pela Ditadura, e pelo sindicalismo deturpado que visava tão somente ao poder, e que agora quer impingir ao sofrido povo uma outra pessoa sem qualificação nenhuma, além de seu lado violento e psicótico.
A doença tomou conta do país de tal modo que roubar, mesmo que seja apenas a boa fé alheia, está parecendo normal e meritório, e que o País pode e deve vencer competições desportivas fazendo uso de falcatruas e atos desonestos, como aconteceu com o "maravilhoso" gol de Luís Fabiano, de mão. Pior, tendo ele se orgulhado dessa 'malandragem' logo após, em entrevista assistida pelos jovens e pelas crianças brasileiras. devia achar que os brasileiros estavam de acordo. Pobre nação quando um seu atleta acha que ganhar a Copa do Mundo vale mais do que a honra, a honestidade, a probidade e a vergonha na cara.
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sábado, 3 de julho de 2010
Agora, vamos vencer o campeonato das eleições!
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Um do esqueminha autoritário, interesseiro e sem patriotismo já foi!
Agora, vamos mandar a chefe da quadrilha:
Vamos dar de goleada no jogo eleitoral.
O BRASIL PODE MAIS!
Viva JOSÉ SERRA Presidente do Brasil!
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Explicações, não justificativas
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Este blog esteve fora do ar por alguns dias devido a um conjunto de fatores, como:
- viagens do editor (só e único) para lugares com enorme dificuldades de acesso à Internet;
- problemas com o equipamento básico (computador), que demoraram a ser resolvidos;
- uma pausa para não gastar o pouco latim em virtude das atenções gerais voltadas quase que exclusivamente em futebol.
Desculpem-me e continuem a dar-me a honra de sua leitura. Preciso de vocês, pois escrevo para vocês.
Estamos de volta, no entanto, para o maior e mais importante combate desta época: a eleição para a Presidência da República. No caso de nossa Pátria, a luta do Bem contra o Mal, do brasileiro decente contra a Dilmipe Rousselo da seleção brasileira de falcatruas.
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Este blog esteve fora do ar por alguns dias devido a um conjunto de fatores, como:
- viagens do editor (só e único) para lugares com enorme dificuldades de acesso à Internet;
- problemas com o equipamento básico (computador), que demoraram a ser resolvidos;
- uma pausa para não gastar o pouco latim em virtude das atenções gerais voltadas quase que exclusivamente em futebol.
Desculpem-me e continuem a dar-me a honra de sua leitura. Preciso de vocês, pois escrevo para vocês.
Estamos de volta, no entanto, para o maior e mais importante combate desta época: a eleição para a Presidência da República. No caso de nossa Pátria, a luta do Bem contra o Mal, do brasileiro decente contra a Dilmipe Rousselo da seleção brasileira de falcatruas.
O BRASIL PODE MAIS!
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terça-feira, 22 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Pérolas da candidata do Lado Escuro da Força
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“Só mesmo os portugueses para confundir brasileiros com argentinos”.
(Pouco depois da entrevista com um Diretor da União Européia, em Bruxelas. Ele é português:para ela, portanto, sinônimo de "burro")
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“E você, vai de quê?”
“De segunda classe”, respondeu.
“Pois eu consegui de primeira”, disse Dilma, sorrindo e mostrando seu bilhete."
(Pegando o trem-bala, apressadamente, para não perder a hora com o Diretor acima citado: o "burro", segundo ela)
***** +++++++++ ***************
"Eu vou ajudar você a transformar o Brasil em um imenso Maranhão"
(Roseana, governadora forçada do Maranhão, filha do Honorável Bandido, rogando praga para o Brasil, em discurso para a terrorista fracasada)
***** +++++++++ ***************
"Há o fato de a mulher não ter tanto acesso à informação quanto o homem"
(Dil-Má, que senta e fala como homem, desfazendo do sexo feminino, e não sabendo que isto era na primeiura metade do século XX, e olhe lá!)
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Transcrito da seleção do blog ContraNotícia.com
“Só mesmo os portugueses para confundir brasileiros com argentinos”.
(Pouco depois da entrevista com um Diretor da União Européia, em Bruxelas. Ele é português:para ela, portanto, sinônimo de "burro")
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“E você, vai de quê?”
“De segunda classe”, respondeu.
“Pois eu consegui de primeira”, disse Dilma, sorrindo e mostrando seu bilhete."
(Pegando o trem-bala, apressadamente, para não perder a hora com o Diretor acima citado: o "burro", segundo ela)
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"Eu vou ajudar você a transformar o Brasil em um imenso Maranhão"
(Roseana, governadora forçada do Maranhão, filha do Honorável Bandido, rogando praga para o Brasil, em discurso para a terrorista fracasada)
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"Há o fato de a mulher não ter tanto acesso à informação quanto o homem"
(Dil-Má, que senta e fala como homem, desfazendo do sexo feminino, e não sabendo que isto era na primeiura metade do século XX, e olhe lá!)
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Transcrito da seleção do blog ContraNotícia.com
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Nunca antes...
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Jamais pensei em ter a oportunidade de presenciar um chefe do executivo de um país democrático portar-se de maneira tão solerte e raivosa para não perder o poder. Há gente assim: apropria-se do que é temporário e não consegue conceber a vida sem as parafernálias que lhe adornaram a fronte durante algum tempo. Este tipo de pensamento é causa do afloramento das atitudes autoritárias e ditatoriais. Está por detrás de cada um dos maiores (e piores) ditadores do último século, e excluo, veementemente, os "ditadores militares brasileiros" que, por estranha e incompreensível idiossincrasia, não se perpetuavam no poder. Mas falo de Hitler, Franco, Perón, Getúlio, Salazar, Mussolini, Bokassa, Idi Amin, Somoza, Papa Doc, Batista, Fidel, e outros de triste memória.
O apego às vantagens que o poder mal entendido lhes traz faz com que se tornem inimigos de todo aquele que aspira ser o representante maior da Nação. Para eles, isto é um ataque pessoal à sua honra e uma tentativa de roubar aquilo que 'considera' seu. Pretende que o cargo que ocupa lhe pertence, por direitos que inventa e sonha, e não que exerce um mandato outorgado por outras pessoas, os cidadãos nacionais.
É um problema que transcende o político, ultrapassa o sociológico e se afasta da história, para ficar entravado e atolado no campo da patologia psiquica.
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Jamais pensei em ter a oportunidade de presenciar um chefe do executivo de um país democrático portar-se de maneira tão solerte e raivosa para não perder o poder. Há gente assim: apropria-se do que é temporário e não consegue conceber a vida sem as parafernálias que lhe adornaram a fronte durante algum tempo. Este tipo de pensamento é causa do afloramento das atitudes autoritárias e ditatoriais. Está por detrás de cada um dos maiores (e piores) ditadores do último século, e excluo, veementemente, os "ditadores militares brasileiros" que, por estranha e incompreensível idiossincrasia, não se perpetuavam no poder. Mas falo de Hitler, Franco, Perón, Getúlio, Salazar, Mussolini, Bokassa, Idi Amin, Somoza, Papa Doc, Batista, Fidel, e outros de triste memória.
O apego às vantagens que o poder mal entendido lhes traz faz com que se tornem inimigos de todo aquele que aspira ser o representante maior da Nação. Para eles, isto é um ataque pessoal à sua honra e uma tentativa de roubar aquilo que 'considera' seu. Pretende que o cargo que ocupa lhe pertence, por direitos que inventa e sonha, e não que exerce um mandato outorgado por outras pessoas, os cidadãos nacionais.
É um problema que transcende o político, ultrapassa o sociológico e se afasta da história, para ficar entravado e atolado no campo da patologia psiquica.
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