Vamos errar de novo?
FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.
Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.
Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.
Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.
Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.
No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?
(Transcrito da Folha de São Paulo)
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Isto é consciência política e amor pelo Brasil.
O BRASIL DA LIBERDADE É O BRASIL DE SERRA!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Resposta de um ESTADISTA indignado!
Democracia virtual, por Fernando Henrique Cardoso
Vivemos uma fase de democracia virtual. Não no sentido da utilização dos meios eletrônicos e da web como sucedâneos dos processos diretos, mas no sentido que atribui à palavra “virtual” o dicionário do Aurélio: algo que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual. Faz tempo que eu insisto: o edifício da democracia, e mesmo o de muitas instituições econômicas e sociais, está feito no Brasil. A arquitetura é bela, mas, quando alguém bate à porta, a monumentalidade das formas institucionais desfaz-se em um eco que indica estar a casa vazia por dentro.
Ainda agora a devassa da privacidade fiscal de tucanos e de outras pessoas mais mostra a vacuidade das leis diante da prática cotidiana. Com a maior desfaçatez do mundo, altos funcionários, tentando elidir a questão política – como se estivessem tratando com um povo de parvos –, proclamam que “não foi nada não; apenas um balcão de venda de dados...”. E fica o dito pelo não dito, com a mídia denunciando, os interessados protestando e buscando socorro no Judiciário, até que o tempo passe e nada aconteça.
Não tem sido assim com tudo o mais? O que aconteceu com o “dossiê” contra mim e minha mulher feito na Casa Civil da Presidência, misturando dados para fazer crer que também nós nos fartávamos em usar recursos públicos para fins privados? E os gastos da atual Presidência não se transformaram em “secretos” em nome da segurança nacional? E o que aconteceu de prático? Nada. Estamos todos felizes no embalo de uma sensação de bonança que deriva de uma boa conjuntura econômica e da solidez das reformas do governo anterior.
No momento do exercício máximo da soberania popular, o desrespeito ocorre sob a batuta presidencial. Nas democracias, é lógico e saudável que os presidentes e altos dirigentes eleitos tomem partido e se manifestem em eleições. Mas é escandalosa a reiteração diária de posturas político-partidárias, dando ao povo a impressão de que o chefe da nação é chefe de uma facção em guerra para arrasar as outras correntes políticas. Há um abismo entre o legítimo apoio aos partidários e o abuso da utilização do prestígio do presidente, que além de pessoal é também institucional, na pugna política diária. Chama a atenção que nenhum procurador da República, nem mesmo candidatos ou partidos, haja pedido o cancelamento das candidaturas beneficiadas, senão para obtê-lo, ao menos para refrear o abuso. Por que não se faz? Porque pouco a pouco estamos nos acostumando que é assim mesmo.
Na marcha em que vamos, na hipótese de vitória governista – que ainda dá para evitar – incorremos no risco futuro de vivermos uma simulação política ao estilo do PRI mexicano – se o PT conseguir a proeza de ser “hegemônico” – ou do peronismo, se mais do que a força de um partido preponderar a figura do líder. Dadas as características da cultura política brasileira, de leniência com a transgressão e criatividade para simular, o jogo pluripartidário pode ser mantido na aparência, enquanto na essência se venha a ter um partido para valer e outro(s) para sempre se opor, como durante o autoritarismo militar.
Pior ainda, com a massificação da propaganda oficial e o caudilhismo renascente, poderá até haver anuência do povo e a cumplicidade das elites para com essa forma de democracia quase plebiscitária. Aceitação pelas massas na medida em que se beneficiem das políticas econômico-sociais, e das elites porque estas sabem que neste tipo de regime o que vale mesmo é uma boa ligação com quem manda. O “dirigismo à brasileira”, mesmo na economia, não é tão mau assim para os amigos do rei ou da rainha.
É isso que está em jogo nas eleições de outubro: que forma de democracia teremos, oca por dentro ou plena de conteúdo. Tudo mais pesará menos. Pode ter havido erros de marketing nas campanhas oposicionistas, assim como é certo que a oposição se opôs menos do que deveria à usurpação de seus próprios feitos pelos atuais ocupantes do poder. Esperneou menos diante dos pequenos assassinatos às instituições que vêm sendo perpetrados há muito tempo, como no caso das quebras reiteradas de sigilos. Ainda assim, é preciso tentar impedir que os recursos financeiros, políticos e simbólicos reunidos no Grupão do Poder em formação tenham força para destruir não apenas candidaturas, mas um estilo de atuação política que repudia o personalismo como fundamento da legitimidade do poder e tem a convicção de que a democracia é o governo das leis e não das pessoas.
Estamos no século 21, mas há valores e práticas propostos no século 18 que foram se transformando em prática política e que devem ser resguardados, embora se mostrem insuficientes para motivar as pessoas. É preciso aumentar a inclusão e ampliar a participação. É positivo se valer de meios eletrônicos para tomar decisões e validar caminhos. É inaceitável, porém, a absorção de tudo isso pela “vontade geral” encapsulada na figura do líder. Isso é qualquer coisa, menos democracia. Se o fosse, não haveria por que criticar Mussolini em seus tempos de glória, ou o Getúlio do Estado Novo (que, diga-se, não exerceu propriamente o personalismo como fator de dominação) e assim por diante. É disso que se trata no Brasil de hoje: estamos decidindo se queremos correr o risco de um retrocesso democrático em nome do personalismo paternal (e, amanhã, quem sabe, maternal). Por mais restrições que alguém possa ter ao encaminhamento das campanhas ou mesmo a características pessoais de um ou outro candidato, uma coisa é certa: o governismo tal como está posto representa um passo atrás no caminho da institucionalização democrática. Há tempo ainda para derrotá-lo. Eleição se ganha no dia.
Transcrito do blog Coturno Noturno
Vivemos uma fase de democracia virtual. Não no sentido da utilização dos meios eletrônicos e da web como sucedâneos dos processos diretos, mas no sentido que atribui à palavra “virtual” o dicionário do Aurélio: algo que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual. Faz tempo que eu insisto: o edifício da democracia, e mesmo o de muitas instituições econômicas e sociais, está feito no Brasil. A arquitetura é bela, mas, quando alguém bate à porta, a monumentalidade das formas institucionais desfaz-se em um eco que indica estar a casa vazia por dentro.
Ainda agora a devassa da privacidade fiscal de tucanos e de outras pessoas mais mostra a vacuidade das leis diante da prática cotidiana. Com a maior desfaçatez do mundo, altos funcionários, tentando elidir a questão política – como se estivessem tratando com um povo de parvos –, proclamam que “não foi nada não; apenas um balcão de venda de dados...”. E fica o dito pelo não dito, com a mídia denunciando, os interessados protestando e buscando socorro no Judiciário, até que o tempo passe e nada aconteça.
Não tem sido assim com tudo o mais? O que aconteceu com o “dossiê” contra mim e minha mulher feito na Casa Civil da Presidência, misturando dados para fazer crer que também nós nos fartávamos em usar recursos públicos para fins privados? E os gastos da atual Presidência não se transformaram em “secretos” em nome da segurança nacional? E o que aconteceu de prático? Nada. Estamos todos felizes no embalo de uma sensação de bonança que deriva de uma boa conjuntura econômica e da solidez das reformas do governo anterior.
No momento do exercício máximo da soberania popular, o desrespeito ocorre sob a batuta presidencial. Nas democracias, é lógico e saudável que os presidentes e altos dirigentes eleitos tomem partido e se manifestem em eleições. Mas é escandalosa a reiteração diária de posturas político-partidárias, dando ao povo a impressão de que o chefe da nação é chefe de uma facção em guerra para arrasar as outras correntes políticas. Há um abismo entre o legítimo apoio aos partidários e o abuso da utilização do prestígio do presidente, que além de pessoal é também institucional, na pugna política diária. Chama a atenção que nenhum procurador da República, nem mesmo candidatos ou partidos, haja pedido o cancelamento das candidaturas beneficiadas, senão para obtê-lo, ao menos para refrear o abuso. Por que não se faz? Porque pouco a pouco estamos nos acostumando que é assim mesmo.
Na marcha em que vamos, na hipótese de vitória governista – que ainda dá para evitar – incorremos no risco futuro de vivermos uma simulação política ao estilo do PRI mexicano – se o PT conseguir a proeza de ser “hegemônico” – ou do peronismo, se mais do que a força de um partido preponderar a figura do líder. Dadas as características da cultura política brasileira, de leniência com a transgressão e criatividade para simular, o jogo pluripartidário pode ser mantido na aparência, enquanto na essência se venha a ter um partido para valer e outro(s) para sempre se opor, como durante o autoritarismo militar.
Pior ainda, com a massificação da propaganda oficial e o caudilhismo renascente, poderá até haver anuência do povo e a cumplicidade das elites para com essa forma de democracia quase plebiscitária. Aceitação pelas massas na medida em que se beneficiem das políticas econômico-sociais, e das elites porque estas sabem que neste tipo de regime o que vale mesmo é uma boa ligação com quem manda. O “dirigismo à brasileira”, mesmo na economia, não é tão mau assim para os amigos do rei ou da rainha.
É isso que está em jogo nas eleições de outubro: que forma de democracia teremos, oca por dentro ou plena de conteúdo. Tudo mais pesará menos. Pode ter havido erros de marketing nas campanhas oposicionistas, assim como é certo que a oposição se opôs menos do que deveria à usurpação de seus próprios feitos pelos atuais ocupantes do poder. Esperneou menos diante dos pequenos assassinatos às instituições que vêm sendo perpetrados há muito tempo, como no caso das quebras reiteradas de sigilos. Ainda assim, é preciso tentar impedir que os recursos financeiros, políticos e simbólicos reunidos no Grupão do Poder em formação tenham força para destruir não apenas candidaturas, mas um estilo de atuação política que repudia o personalismo como fundamento da legitimidade do poder e tem a convicção de que a democracia é o governo das leis e não das pessoas.
Estamos no século 21, mas há valores e práticas propostos no século 18 que foram se transformando em prática política e que devem ser resguardados, embora se mostrem insuficientes para motivar as pessoas. É preciso aumentar a inclusão e ampliar a participação. É positivo se valer de meios eletrônicos para tomar decisões e validar caminhos. É inaceitável, porém, a absorção de tudo isso pela “vontade geral” encapsulada na figura do líder. Isso é qualquer coisa, menos democracia. Se o fosse, não haveria por que criticar Mussolini em seus tempos de glória, ou o Getúlio do Estado Novo (que, diga-se, não exerceu propriamente o personalismo como fator de dominação) e assim por diante. É disso que se trata no Brasil de hoje: estamos decidindo se queremos correr o risco de um retrocesso democrático em nome do personalismo paternal (e, amanhã, quem sabe, maternal). Por mais restrições que alguém possa ter ao encaminhamento das campanhas ou mesmo a características pessoais de um ou outro candidato, uma coisa é certa: o governismo tal como está posto representa um passo atrás no caminho da institucionalização democrática. Há tempo ainda para derrotá-lo. Eleição se ganha no dia.
Transcrito do blog Coturno Noturno
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Vamos lá que a mentira tem perna curta!
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Todo o país já sabe que as pesquisas que envolvem o RS, SC, MG, SP, RJ, MT, GO e AC foram vergonhosamente manipuladas, isto é, "feitas" de modo a "criar" votos para a Terrorista, mas eles são falsos como pesquisa de opinião.
O método é típico de países comunistas e fascistaa, no sentiodo de lograrem o povo fazendo mau uso da imprensa, justamente o que eles dizem que seus oposirores fazem.
A própria imprensa começa a se dar conta de que estão tecendo a corda com que vai ser enforcada.
Nunca houve na história desse país alguém com mais estampa de cinismo, com um sorriro de torturador, sadista, do que essa terrorista que acha que as criacinhas devem morer. Ela estava só assistindo as ovelhinhas do povo a entrarem - ingênuas e inocentes - no matadouro, iguais àqueles milhões de pessoas que adentravam os portões de Auschwitz-Birkenau, Treblinka, Sobibor, e outros, lendo no frontispício: O trabalho liberta! Iam aos banhos - enganosamente, pois eram chuveiros de gás mortal. Uma vez lá dentro, não adiantava mais gritar, chorar, e ranger dentes. Nada, mas nada mesmo recebiam a não ser a morte. Geral e inespecífica: velhos, mulheres e crianças eram mortos.
E, era um Estado democrático? Não, tinha uma fachada democrática, mas não o sistema. Era autocrático, cruel, discricionário, racista e partidário. Quem era do PT alemão - o Partido Nacional Socialista dor Trabalhadores Alemães - tudo podia, inclusive surrar gente nas ruas.
Pois algo assim está sendo proposto para o Brasil, por gente má, que não conhece a cordialidade do brasileiro, sua intrínsica humanidade e o fervor religioso que deposita em Deus, que todos sabem, afinal, que é brasileiro.
Mas graças a Ele, a Deus e a Cristo, a mentira está se esvaíndo, o logro consome a sí mesmo, o engano morre enfraquecido, o ódio se dilui - sentimentos estranhos ao nosso povo; e levanta-se a bandeira da da Fé, da Bondade, do Amor - características maiores de nossa gente, e a Vitória desponta no horizonte.
A Verdade e a Liberdade são nossas, pois somos do Senhor.
"Ora o Senhor é o Espírito. e onde está o Espírito do Senhor aí há ,iberdade." (II CorÍntios,4:17)
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O BRASIL, COM CRISTO PODE MAIS
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
ATENDAM AO CLAMOR DA DEMOCRACIA. DIGA NÃO Á DITADURA LULISTA!
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Prezados Cidadãs e Cidadãos
Prezados Cidadãs e Cidadãos
A luta de várias gerações em defesa da democracia garantiu-nos o direito de escolha. Construímos um país sem a tutela de ninguém, que se subordina às instituições e às leis democraticamente votadas. Eleição não pode ser a escolha autocrática de uma pessoa que deseja impor sua vontade. O Brasil pede bem mais do que palavras. Precisa de um presidente que una o país, em vez de dividi-lo; que seja escravo das leis, em vez de escravizá-las. Precisamos de comprometimento com os direitos humanos, não com as tiranias. O nome da democracia no Brasil, hoje, é SERRA. Com a sua ajuda, SERRA pode ser nosso próximo Presidente. Você vai se juntar a milhares de outras pessoas e entrar para o TIME SERRA 45! As pesquisas não acreditavam na aprovação do Ficha Limpa, mas com a nossa mobilização a Lei foi aprovada. Somos nós quem decidimos o que queremos.
Acredite no seu voto! Acredite em você!
Todas as campanhas vitoriosas têm momentos difíceis. Somos 72 milhões de brasileiros conectados - uma das maiores comunidades do mundo na internet e é a hora da virada. SERRA precisa do seu apoio agora! Acesse Serra45.com.br e participe. Junte-se OFICIALMENTE ao nosso TIME 45 e receba em primeira mão nossas atividades, informações e tudo o que você pode fazer para nos ajudar a vencer.
Por favor, encaminhe este e-mail para seus parentes e amigos. E não esqueça de colocar sua assinatura. Você vai ajudar a eleger Serra presidente do Brasil! Entre agora no Serra45.com.br. Participe. Em nome e em defesa da democracia. Em respeito a nossa história, com esperança no futuro.
Vamos juntos. Somos muitos.
Indio da Costa
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
DERRUBEMOS A DITADURA!
LUÍS INÁCIO - O NORDESTINO FAJUTO - PASSOU DOS LIMITES E CONSIDERA A TODOS OS BRASILEIROS COMO IDIOTAS E 'PAUS MANDADOS'.
SUA QUADRILHA, COMO SEMPRE ACONTECEU COM TAIS 'FALSOS PROFETAS' NO BRASIL, PERDEU TOTALMENTE O RESPEITO PELA INTELIGÊNCIA DO POVO.
SABENDO QUE NÃO PODEM SAIR DO GOVERNO, POIS VIRÃO À TONA O SAQUE E O ROUBO QUE FIZERAM AO PAÍS [A PETROBRÁS, PARA EXEMPLO, ESTÁ PRATICAMENTE FALIDA] VENDERAM A ALMA AO PATRÃO DELA: O DIABO.
QUEM PAGARÁ POR TAL SEM-VERGONHICE E DESONESTIDADE SERÃO OS NOSSOS FILHOS E NETOS, SE DEIXARMOS QUE ROUBEM A ELEIÇÃO.
A PRÓPRIA IMPRENSA PARECE TER ACORDADO ANTE O ASSALTO E À DESTRUIÇÃO DO MAIS IMPORTANTE DOS PRINCÍPIOS BASILARES DA DEMOCRACIA: A INVIOLABILIDADE DAS INFORMAÇÕES PESSOAIS.
A DITADURA JÁ ESTÁ INTALADA POR LULA E ELE ESPERA QUE ELA SEJA OPERACIONALIZADA PELA TERRORISTA DILMA E PELO RESTO DA TROPA DA ESCURIDÃO.
AGORA, IRÃO FRAUDAR AS URNAS ELETRÔNICAS, POIS SABEM QUE ESTÃO PERDENDO.
QUE FALTA FAZ AO BRASIL MAGISTRADOS HONESTOS E MILITARES CORAJOSOS QUE SUPORTEM O ESTADO DE DIREITO E A CONSTITUIÇÃO.
ABAIXO, SEGUEM ALGUSNS EDITORIAIS E REPORTAGENS DE HOJE, O DIA EM QUE O PAÍS ACORDOU. LEIAM-OS! É IMPORTANTÍSSIMO QUE O FAÇAM, PELO BEM DESTA NOSSA NAÇÃO. (cliquem duas vêzes para ampliar)
SUA QUADRILHA, COMO SEMPRE ACONTECEU COM TAIS 'FALSOS PROFETAS' NO BRASIL, PERDEU TOTALMENTE O RESPEITO PELA INTELIGÊNCIA DO POVO.
SABENDO QUE NÃO PODEM SAIR DO GOVERNO, POIS VIRÃO À TONA O SAQUE E O ROUBO QUE FIZERAM AO PAÍS [A PETROBRÁS, PARA EXEMPLO, ESTÁ PRATICAMENTE FALIDA] VENDERAM A ALMA AO PATRÃO DELA: O DIABO.
QUEM PAGARÁ POR TAL SEM-VERGONHICE E DESONESTIDADE SERÃO OS NOSSOS FILHOS E NETOS, SE DEIXARMOS QUE ROUBEM A ELEIÇÃO.
A PRÓPRIA IMPRENSA PARECE TER ACORDADO ANTE O ASSALTO E À DESTRUIÇÃO DO MAIS IMPORTANTE DOS PRINCÍPIOS BASILARES DA DEMOCRACIA: A INVIOLABILIDADE DAS INFORMAÇÕES PESSOAIS.
A DITADURA JÁ ESTÁ INTALADA POR LULA E ELE ESPERA QUE ELA SEJA OPERACIONALIZADA PELA TERRORISTA DILMA E PELO RESTO DA TROPA DA ESCURIDÃO.
AGORA, IRÃO FRAUDAR AS URNAS ELETRÔNICAS, POIS SABEM QUE ESTÃO PERDENDO.
QUE FALTA FAZ AO BRASIL MAGISTRADOS HONESTOS E MILITARES CORAJOSOS QUE SUPORTEM O ESTADO DE DIREITO E A CONSTITUIÇÃO.
ABAIXO, SEGUEM ALGUSNS EDITORIAIS E REPORTAGENS DE HOJE, O DIA EM QUE O PAÍS ACORDOU. LEIAM-OS! É IMPORTANTÍSSIMO QUE O FAÇAM, PELO BEM DESTA NOSSA NAÇÃO. (cliquem duas vêzes para ampliar)
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SALVEM A DEMOCRACIA!
ABAIXO A DITADURA!
VIVA O POVO BRASILEIRO, DEMOCRÁTICO,
LIVRE E DIGNO.
LIVRE E DIGNO.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DIA DO SOLDADO!
Hoje, 25 de agosto, é o Dia do Soldado. Homenagem ao grande militar, o Duque de Caxias, que exemplarmente amou o Brasil e por ele lutou sempre de maneira vitoriosa.
Jamais tripudiou sobre seus inimigos tendo a mão sem ódios estendida para a paz. Militar sem defeitos, político de tino superior, foi o representante máximo de nossa honradez e de nossa soberania.
O Exercito Brasileiro teve uma fantástica formação democrática, sendo composto por pessoas de todas as condições sociais - menos por escravos- , pois estes eram libertados no mesmo momento em que se tornavam soldados.
Esta é a instituição centenária que o povo do Brasil parece desconhecer, com os ouvidos atordoados de mentiras e abusões inconcebíveis.
Milhares de brasileiros morreram no serviço da Pátria, desde as lutas nas fronteiras do Prata, na guerra contra Rosas, contra Lopes, na luta pela democracia na Segunda Guerra Mundial.
Garantidor da Constituição Brasileira, soergueu-se apoiado pelo povo para realizar o Movimento Anti-fascista de 31 de março de 1964, sob a égide serena do ilustre genaral, o cearense Humberto de Alencar Castelo Branco.
Jamais tripudiou sobre seus inimigos tendo a mão sem ódios estendida para a paz. Militar sem defeitos, político de tino superior, foi o representante máximo de nossa honradez e de nossa soberania.
O Exercito Brasileiro teve uma fantástica formação democrática, sendo composto por pessoas de todas as condições sociais - menos por escravos- , pois estes eram libertados no mesmo momento em que se tornavam soldados.
Esta é a instituição centenária que o povo do Brasil parece desconhecer, com os ouvidos atordoados de mentiras e abusões inconcebíveis.
Milhares de brasileiros morreram no serviço da Pátria, desde as lutas nas fronteiras do Prata, na guerra contra Rosas, contra Lopes, na luta pela democracia na Segunda Guerra Mundial.
Garantidor da Constituição Brasileira, soergueu-se apoiado pelo povo para realizar o Movimento Anti-fascista de 31 de março de 1964, sob a égide serena do ilustre genaral, o cearense Humberto de Alencar Castelo Branco.
VIVA O SOLDADO BRASILEIRO!
VIVA O EXÉRCITO NACIONAL, DEFENSOR DA DEMOCRACIA!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
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