sábado, 27 de fevereiro de 2010

Medo do "chefe"? Ou vergonha?


Na última visita de 6 horas ao Haití (a estadia foi curta porque a mordomia lá não existe e a primeira 'drama' diz que miséria dá azar) nosso presidente foi devidamente acompanhado pelo Ministro Jobim, o qual, para sua tristeza não pode se fantasiar de 'general da banda". Dizem as más linguas que o Secretário de Defesa norte-americano ficou louco de ciúme e despeito, porque lá, naquela paizinho atrasado e decadente, civil não pode se vestir de militar para aparecer.




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Heróis brasileiros para serem lembrados: Ângelo Dourado

Nascido na Bahia, lá formou-se em Medicina. Logo após 1857 foi residir em Bagé, Rio Grande do Sul, onde se encontrava ao tempo da Proclamação da República, da qual era efusivo apoiador. Foi um dos fundadores do Partido Republicano Federalista, sob a presidência de Gaspar da Silveira Martins. Foi voluntário de primeira hora das tropas do Coronel Joca Tavares, na Revolução de 1893, tudo tendo abandonado para seguir a luta pelo seu ideal político: o Federalismo. Pai de família, com dois filhos, escreveu que foi para a guerra "para não exigir de mim um ato que , qual seria aquietar-me enquanto os companheiros que eu incitara à luta, morriam e sofriam". Coronel-médico do Exército Libertador, acompanhou sempre as forças de Gumercindo Saraiva. Escreveu um livro célebre de memórias de campanha: "Voluntários do martírio". Percorreu, lutando, todo o Rio Grande, indo até o território paranaense, até retornar ao extremo sul, onde Gumercindo encontrou a morte, no município de Santiago. Depois do exílio, volta ao lar onde se dedica o resto da vida à medicina e o auxílio aos pobres e desvalidos da sorte. Faleceu serenamente em 1905. No encerramento de suas memórias de guerra, escreveu:
"Não sei se as dores que senti, se os desconfortos que me acrabunhavam, eram mais pungentes no campo de ação, no terreno onde os fatos se consumavam, do que o que sinto hoje relendo estes escritos, que me recordam que o Brasil, a nossa cara Pátria, que me parecia ter sido feita de um sopro de bondade e um feixe de luz de bom senso, no fim do século XIX se tivesse rebolcado no lôdo mais infecto das épocas bárbaras. Pensei mais de uma vez calar ante tanta desolação; mas seria sancionar esses horrores que nos acabrunham, seria aguçar as vontades pouco satisfeitas a continuarem na faina cruel, sem a punição, tendo por galardão ainda os lucros materiais".

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Heróis brasileiros para serem lembrados: José Plácido de Castro

Militar regular, bandeou-se para as forças revolucionárias de 1893, tendo tomado parte em diversos combates na região da campanha gaúcha, especialmente no cerco de Bagé, no Caverá e na várzea do Vacacaí. A vida o levou para a região amazônica onde solicitou terras devolutas por ele descobertas no atual Estado do Acre. Anos mais tarde, com o apoio da população da região, proclamou o Estado Independente do Acre, contra a Bolívia. Excelente militar, venceu diversas refregas enfrentando os bolivianos, sendo que numa delas aprisionou o Alto Comando deles, inclusive o Presidente da República. Com a intervenção de Rio Branco, o Brasil comprou o território contestado, o que foi sancionado no Tratado de Petrópolis, em 1903. Plácido de Castro ficou como Governador do Acre, mas sofreu grande oposição. O imortal gaúcho gabrielense, Conquistador do Acre, foi assassinado em 9 de agosto de 1809: "mataram-no de emboscada, dormida a pontaria numa forquilha de seringueira".
Em 1929, foi apresentado ao Senado um projeto de lei concedendo a Plácido de Castro, por relevantes serviços prestados à Pátria, o posto de General Honorário do Exército e, paradoxalmente, o de Coronel a dois envolvidos em sua morte.
A mãe de Plácido de Castro, então, com 92 anos de idade, ditou uma carta ao autor do projeto, e a mandou entregar por um outro filho dela. Diz, textualmente:

"Exmo. Sr. Marechal J. Pires Ferreira, D.D. Senador da República - Senado Federal
Chegando ao meu conhecimento que transita pelo Senado um projeto de lei de autoria de V. Exc., dando honras de General ao meu pranteado filho, e de Coronel a dois dos principais cúmplices no seu assassinato - Gentil Tristão Norberto e Antônio Antunes Alencar -, venho pedir a V. Exa. o grande favor de retirar o nome de meu filho do mesmo projeto. Em vida, ele nada pediu à sua Pátria e nada recebeu além de perseguições, da injúria, da calúnia e da morte por mão das principais autoridades federais. É justo que depois de morto, quando de nada precisa, também nada receba. Os governos já tripudiaram muito sobre o seu nome e a sua memória... Que ele repouse na paz da conspiração do silêncio em que envolveram o seu nome, desde o momento em que não necessitaram mais de seus serviços - desde a assinatura do "Tratado de Petrópolis". O bárbaro crime que vitimou meu filho prescreveu sem que o mais ligeiro inquérito fosse aberto a respeito; sem que ao menos os nomes dos miseráveis assassinos fossem apontados pela Justiça à execração pública!
É preciso que a Pátria seja coerente: com honrarias póstumas ela não ressuscita a vítima nem lava as máculas do passado.
Continue ela a proteger, amparar e distinguir os assassinos, procurando apagar os vestígios da covarde tragédia de 9 de agosto de 1908 e a transformar criminosos em heróis. Isso é justo; mas que aos 92 anos de idade eu veja o nome de meu filho servir de escada para a ascensão dos seus matadores, - isso é demais...
A posteridade julgará meu filho, e é bastante.
Creio que V. Exa. ignora que Gentil Norberto e Antunes de Alencar sejam dois dos implicados no assassinato de Plácido, mas o meu fim é apenas arredar o nome de meu filho de tão más companhias, e grata ficarei se V. Exa. me atender.
Convém dizer que não estou caducando: ainda sou mais sadia de espírito do que de corpo, e só não vou pessoalmente falar-lhe porque há 8 meses guardo o leito com uma perna fraturada.
Rio, 24 de julho de 1929.
De V. Exa.
Zeferina de Oliveira Castro
"

[o destaque é do original]

Curtas, mas peremptórias... II

Brincando enquanto 'seu' lobo não vem!

A milionéssima associação envolvendo latino-americanos e caribenhos, numa flagrante exposição de fraqueza, e que parece existirem tão somente para desculpas de viagens e mordomias para paraísos turísticos, foi uma piada. Todos eles se queixando dos vizinhos poderosos, e se dando importância em escorraçá-los de seus convívios, como se aqueles estivessem minimamente preocupados. Lula, guindado a novo líder dos piratas do Caribe, falou mal dos EUA, da Onu, da União Européia, e bem da China e do Irã. Eles estão sonhando, é?


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Para por as barbas de molho

No dia 31 de março, histórico, em sua despedida do serviço ativo do Exército, o General Maynard Marques de Santa Rosa fará um discurso que está sendo ansiosamente esperado. A solenidade será no Centro de Inteligência do Forte Apache, sede do Comando do Exército, em Brasília.

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Crimes de sangue sempre retornam em desgraças!

Hoje, no dia em que Lula chega em Cuba, com toda a sua empáfia e gesticulação de 'laboratório' de teatro, enterra-se o cadáver de Orlando Zapata, cubano, preso político, torturado pela policia dos irmãos Castro. Morreu em consequência de greve de fome de mais de 80 dias. Seu nome, e sua situação irregular na prisão por "crime de opinião", constava da carta que foi remetida ao Presidente do Brasil, para que intercedesse por eles junto à cúpula militar que manda na Ilha. Eles~, como tantos outtros ingênuos, pensam que o lobo é cordeiro. Ele deve ter rido, à beça dessa varta, junto so General Castro (o menor), enquanto tomava tequila e degustava um bom charuto.

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Será que finalmente se flagraram?

A fraternidade maçônica, formada em sua essência por "homens livres e de bons costumes", parece ter acordado para a debacle moral que desaba por sobre o país. O povo maçônico é, e deve ser, o guardião da ética do cidadão, não podendo permanecer como se nada estivesse acontecendo enquanto o Brasil se dirige para o abismo ideológico.A egrégora da Maçonaria suplanta a sobrevive aos seu maus obreiro. É isso que a sustenta através dos séculos. União e Força.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Curtas, mas peremptórias

Não esqueçam!
Um povo honrado não permite que seus cidadãos sejam usados para manter acesas fogueiras de vaidades pessoais e de mancomunação política. Não deixem cair no olvido a coragem pugnante do General Santa Rosa!

Olhando pelo retrovisor.
Sempre achei estranho a vitória de Lula nas últimas eleições. Não pelo fato dele ter ganho, mas sim porque o Alkmin teve pouco incremento de votos em relação ao primeiro turno. Suspeitosamente menos. Será que havia algum aparelhamento para ajudar ao primeiro e exageraram na dose, com medo de errar? Será que o TSE já estava aparelhado? Sei não! Mas, de qualquer maneira, olho vivo nessas eleições que chegam. Cuidem as novas urnas. Solicitar uma supervisão internacional não-latina (tirando os chilenos) seria pedir demais?

Editorial do Grupo Bandeirantes de Televisão

Reação crítica ao Plano de Direitos Humanos do Govêrno Lula

Como poderão ver, a sociedade, como um todo, está considerando os atos do Presidente Lula  inconstitucionais e contra o Estado democrático de Direito.

Qume é responsável pela Ordem Constitucional do País?  Foi o que aconteceu em Honduras.

Clique e assista à leitura de Joelmir Betting:

http://pelalegitimadefesa.org.br/blog/?p=541

Heróis brasileiros para serem lembrados: Pinheiro Machado.

José Gomes Pinheiro Machado, paulista de Sorocaba. Com 15 anos de idade fugiu para o Paraguai para se incorporar às forças de Voluntários da Pátria, onde lutou por dois anos. Retornando, formou-se em Direito, casou no Rio Grande do Sul, e tornou-se estanciero em São Luiz Gonzaga. Era abolicionista e republicano. Foi um dos fundadores do jornal republicano A FEDERAÇÃO. Com a proclamação da República elege-se Senador pelo Rio Grande do Sul. Era o princípio de uma carreira prodigiosa, que o levou, por sua influência política, a ter em suas mãos o próprio destino do Brasil. Ele como que exerceu, no Senado, o Poder Moderador. Era um homem sem medo, dotado de excepcional coragem individual. Poderoso, jamais recuou de suas convicções, vencendo sempre, mesmo tendo como adversários gente como Rui Barbosa. Foi comandante castilhista do Exército do Norte, na Guerra Civil de 1893. Amado e odiado pelas suas atitudes tornou-se uma espécie de lenda e mito político. Foi assassinado por golpe de punhal em 17 de julho de 1915, ao entrar no Hotel dos Estrangeiros, no Rio de Janeiro. Previra o seu trágico destino: "Tombaremos na arena, olhando a grandeza de nossa Pátria... [sem] ocultar como César a face com a toga e, de frente, olharemos fito a treda e ignóbil figura do sicário".

Mesmo contestado por muitos, ele foi, como diz Walter Spalding, "mais do que o político da época, mais do que o chefe de um simples partido político, o homem representativo, forte, patriótico que, desde a mocidade tudo sacrificava em defesa de seus ideáis e da Pátria".
Júlio de Castilhos reiterava que Pinheiro Machado, se destacava, na República, "pela palavra imaculada e pelo exemplo permanente da mais admirável abnegação de patriota".