sábado, 19 de junho de 2010

Pérolas da candidata do Lado Escuro da Força

-----------
Só mesmo os portugueses para confundir brasileiros com argentinos”.
(Pouco depois da entrevista com um Diretor da União Européia, em Bruxelas. Ele é português:para ela, portanto, sinônimo de "burro")

***** +++++++++ ***************
“E você, vai de quê?”

“De segunda classe”, respondeu.


“Pois eu consegui de primeira”, disse Dilma, sorrindo e mostrando seu bilhete."

(Pegando o trem-bala, apressadamente, para não perder a hora com o Diretor acima citado: o "burro", segundo ela)



***** +++++++++ ***************
"Eu vou ajudar você a transformar o Brasil em um imenso Maranhão"
(Roseana, governadora forçada do Maranhão, filha do Honorável Bandido, rogando praga para o Brasil, em discurso para a terrorista fracasada)


***** +++++++++ ***************
"Há o fato de a mulher não ter tanto acesso à informação quanto o homem"

(Dil-Má, que senta e fala como homem, desfazendo do sexo feminino, e não sabendo que isto era na primeiura metade do século XX, e olhe lá!)
***** +++++++++ ***************
Transcrito da seleção do blog ContraNotícia.com

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nunca antes...

---------------
Jamais pensei em ter a oportunidade de presenciar um chefe do executivo de um país democrático portar-se de maneira tão solerte e raivosa para não perder o poder. Há gente assim: apropria-se do que é temporário e não consegue conceber a vida sem as parafernálias que lhe adornaram a fronte durante algum tempo. Este tipo de pensamento é causa do afloramento das atitudes autoritárias e ditatoriais. Está por detrás de cada um dos maiores (e piores) ditadores do último século, e excluo, veementemente, os "ditadores militares brasileiros" que, por estranha e incompreensível idiossincrasia, não se perpetuavam no poder. Mas falo de Hitler, Franco, Perón, Getúlio, Salazar, Mussolini, Bokassa, Idi Amin, Somoza, Papa Doc, Batista, Fidel, e outros de triste memória.

O apego às vantagens que o poder mal entendido lhes traz faz com que se tornem inimigos de todo aquele que aspira ser o representante maior da Nação. Para eles, isto é um ataque pessoal à sua honra e uma tentativa de roubar aquilo que 'considera' seu. Pretende que o cargo que ocupa lhe pertence, por direitos que inventa e sonha, e não que exerce um mandato outorgado por outras pessoas, os cidadãos nacionais.

É um problema que transcende o político, ultrapassa o sociológico e se afasta da história, para ficar entravado e atolado no campo da patologia psiquica.
--------------------------------------

sábado, 12 de junho de 2010

Ao amarelar, Marina avermelhou!

------------------
Uma das grandes verdades da psicologia humana é sua reação às condições de combate em uma guerra. Em situação desse tipo aflora o verdadeiro caráter da pessoa. A conjuntura é tão estressante que o raciocínio falha em manter os objetivos coletivos abstratos para salvaguardar o organismo físico. O que interessa, o que domina é a meta de sobreviver, e sobreviver a qualquer custo. Se isto acontecer, então sim, a pessoa pode retornar à personalidade dos tempos de paz, digamos, à personalidade de uso social, onde perder não representa, necessariamente, perder.


Uma campanha política é um estado similar à guerra e a exposição de um candidato, com suas expectativas, ilusões, desejos e projeções, cria igual similitude entre a derrota nas urnas e a morte física, especialmente para os neófitos, os passageiros de primeira vez.

Nessas circunstâncias, a ansiedade de perder transforma-se em pânico de morrer, a preocupação em não se expor, em terror de se movimentar, e surge então de súbito um novo comportamento, independente e contrário, o inverso mesmo, daquele que todos apostariam que a pessoa adotasse. A questão é apenas esta: a personalidade social é muitas vezes um engodo, para o bem ou para o mal, e fácil de ser dissimulada, escondida, camuflada. Enfim, uma personalidade montada, estruturada para enganar a outrem. Uma personalidade falsa, portanto. Quanto mais ‘edificado’ for o arcabouço de caráter, maior será a estupefação e o espanto dos outros ao mostrar mudanças negativas bruscas quando sob tensão extrema.

Essa é a razão precípua das ações destemperadas vindas de pessoas com personalidades de tal modo construídas, por ela e pela transferência idiossincrática de outros, que, pela deformação psíquica que causam, são quase que vazias em conteúdo quando ela é obrigada a atuar na vida real, e não ser personagem de uma peça teatral.

Tal fato aconteceu recentemente com a Marina Silva ao lançar-se candidata oficial do PV à Presidência da República. De um instante para outro, provavelmente sem força para resistir a ‘assessores’, mudou da pureza cristalina da água para o sabor avinagrado de um vinho de qualidade inferior, industrialmente falsificado.

Se ela pensa que pedir que as pessoas rezem para que uma mulher preconceituosa e racista seja a mandatária maior da Nação, lhe dará votos, é um gambito no jogo de xadrez, quando o jogador sacrifica uma peça para tentar ganhar o jogo. Alguém devia ter avisado-a que se acautelasse, pois essa tática enxadrística é tão perigosa que apenas grandes jogadores a utilizam em jogos decisivos. E Xadrez não é o jogo de Damas, onde as peças podem ser recuadas.

Dizer que deve ser votada porque é negra não tem lógica num país em que as diferenças raciais – e não as diferenças econômicas – não existiam antes desse atual presidente petista, cujo cabelo de um prateado escandinavo diz bem de sua descendência.

Dizer que é pobre e sempre foi é criar uma ‘classe’ eleitoreira, pois o objetivo de todos deve ser acabar com a pobreza. Pobre não é classe, é situação desfavorável de vida. Nascer sem nada, todos nascem. Quem, por acaso, perdeu tudo não vira pobre? Ou ela está se referindo à falta de cultura, a um comportamento típico e estereotipado de ‘pobre’ de novela?

Seja como for, nenhum Senador é pobre, muito antes pelo contrário. Depois, ela é culta e estudada, formada academicamente em História, Professora de História, a minha profissão, o que piora sensivelmente os fatos por causa do manuseio e da escamoetação de elementos históricos. Nesse caso, ela esqueceu-se de dizer, todavia, que a família – rica, remediada ou pobre – é fruto do caráter dos pais, dependendo quase nada da condição econômica, mas da vergonha na cara.

Ser negra - se é um problema de vergonha e atraso para ela -, não o é para milhões de cidadãos negros brasileiros, que vão à luta sem choramingar esmolas e benefícios por causa da cor de sua pele. Por sinal, ela é mistura de tons de pele e, como a maior parte do povo brasileiro, descende de uma maravilhosa mistura genética de todos os continentes, e este negócio de dizer que mestiço é indolente e inferior, é uma tese eugenística abandonada pela academia no final do século XIX, com a exceção, para simples confirmação da regra, das terríveis considerações racistas do NSDAP, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.

Pobre desse país em que uma enorme massa humana tem de ser mantida miserável para que os “falsos profetas’ a use em seus desígnios egoísticos e mentirosos.

-----------------------------

terça-feira, 8 de junho de 2010

NÃO ADIANTA AZARAR, BOTAR OLHO GROSSO, AMALDIÇOAR!

DIL-MÁ VAI PERDER FEIO.

SERRA VAI GANHAR LONGE

PORQUE O BRASIL

PODE MAIS!
--------------------------

segunda-feira, 7 de junho de 2010

   ELA VAI PERDER!


POIS O BRASILPODE MAIS!
                   

domingo, 6 de junho de 2010

Está errado

-------------------

Se o Presidente da República pode desobedecer a lei para buscar vantagens que lhe favoreçam, ele está liberando, como chefe da nação que é, a todo e qualquer cidadão brasileiro de também não obedecer a lei.

O presidente desobedecer a lei é algo tão terrífico, tão inusitado, que deixa perplexo à qualquer pessoa de juizo normal. Um homem que faz isso não merece e nem pode continuar como presidente da república.

Como cidadão cumpridor dos meus deveres, como pai de família honesto, amado pelos filhos, como professor que buscou ajudar a juventude, como amigo de pessoas diversas, independentemente de cor, religião, opção sexual, repudio, veementemente, à este homem perverso, mau, ruim e desonrado.

O que houve com o meu País? Onde está a minha PÁTRIA? Por que um homem decente tem que aturar tal desfaçatez pública? Onde estão os homens honrados desta nação? Onde estão as pessoas em que a coragem é maior que o medo e a vergonha está submetida à honra?

Antes morrer do que auxiliar a um país a ser destruído! Antes morrer do que ver o mal prosperar e enraizar-se nos fundamentos da pátria.

Que Deus proteja o país, já que seus cidadãos estão todos acovardados.

O BRASIL PODE MAIS!
---------------------

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Desobediência Civil, JÁ?

----------------
Nunca ninguém disse ao Presidente Lula (já que ele não lê) que no momento em que o CHEFE DO PODER EXECUTIVO não obedece à Lei da NAÇÃO, e debocha das instituições legais do PODER JUDICIÁRIO, ele está rindo e fazendo pouco da DEMOCRACIA brasileira e, assim, praticando um crime de LESA-PÁTRIA? 


Consta em nossa CONSTITUIÇÃO que o regime DEMOCRÁTICO é clásula pétrea dessa Lei Maior (pela qual, já aviso, darei a minha vida, mesmo sozinho, se necessário).


Contado em miúdos, a atitude do presidente é uma tentativa de conspurcar a DEMOCRACIA em nosso PAÍS, intentando substituí-la por outra coisa qualquer.

Portanto, SUBVERSIVA da ORDEM, pois etipula um movimento de REVOLTA contras as instituições públicas e CONTRA O POVO BRASILEIRO, que tanto lutou e sofreu para reerguer a bandeira das LIBERDADES DEMOCRÁTICAS.


Isto posto, concluo que, JURIDICAMENTE, pela CONSTITUIÇÃO, o presidente deve sofrer um PROCESSO DE IMPEDIMENTO do uso de suas funções, pois utiliza errado e não-democraticamente, o PODER NACIONAL que lhe foi OUTORGADO tempoariamente.


Se isto não acontecer, e ainda falando JURIDICAMENTE, o PAÍS pode ser considerado ACÉFALO, sem governo, e todo o cidadão pode se RECUSAR A PAGAR TODO E QUALQUER IMPOSTO, afinal, TAMBÉM UMA OBRIGAÇÃO BASEADA NO RESPEITO Á LEI.
----------------------------