sábado, 14 de agosto de 2010

As pesquisas são parte do esquema!

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Não se deixem levar pelas pesquisas. Elas geralmente são equivocadas, falseadas e sem rigor científico. Ou nem deveria haver eleições: bastava uma pesquisa. O que aparece nelas reflete tão somente o maior ou menor mecanismo de opressão ditatorial do governo. Hoje, está mais forte, mais atuante, mais despudorado do que nunca. Mas não se preocupem os interessados.

Lembro um velho ditado popular: "Se meu avô fosse mulher, seria minha avó!" Este antigo e jocoso ditado serve à maravilha para a presente campanha presidencial. Refiro-me à sanha e ao ilegal comprometimento do Governo da "União", assim mesmo, entre aspas, pois não somos mais reunião de Estados federados, mas sim uma "união" entre grupos ideológicos que aparelham a administração pública, estatal e paraestatal.


Este rancor pelos contrários - que não combina com uma democracia -, é nascido de uma ansiedade recorrente em relação a algo que não pode, em hipótese alguma, acontecer: a derrota deles na eleição que se aproxima.

Penso nas possíveis razões que possam existir e que fundamentem tal apreensão doentia. Todas elas, sendo reais, porventura, atemorizam-me, fazendo com que eu tema pelo destino do Brasil.

Será que o assalto ao dinheiro público foi de tal ordem a ponto de comprometer nosso futuro econômico, e cujos efeitos far-se-ão sentir nos próximos anos? É provável, pois foram dezenas e dezenas de escândalos denunciados e não apurados. Não só malversação direta de fundos públicos, mas perversas mancomunações entre os que compõem atualmente a Elite do Poder: superfaturamento de obras públicas, fraude em licitações, uso de informação privilegiada, advocacia administrativa, favorecimento de parentes e afins, saques suspeitos em cartões de crédito governamental, e uma infinidade de outros delitos administrativos. Tudo foi denunciado, mas o governo usou de todos os truques que o sistema proporciona para portar-e de maneira legal, mas injusta com a Nação. A justiça, como princípio natural suplanta e extrapola o Direito como instituição.

Nem tudo o que é “legal”, ou “é de Direito”, é justo. Nem tudo o que é votado é “democrático”, pois votos podem – e frequentemente são – comprados. Não só votos, mas apoio e colaboração interesseiros, egoístas e particulares. Principalmente em nações como o Brasil, carentes ainda de uma consolidação política histórica.

Está se tornando um costume na política brasileira o uso de comparações. Para ser válida e corresponder ao aspecto juvenil de nosso sistema político, dever-se-ia comparar as formas de governo historicamente adotadas. Temos duas, com variantes adaptativas: Monarquia e República. As pessoas já se benzem, pois o termo “monarquia” é politicamente incorreto, tornando um ignorante e um ingênuo ao que levanta tal questão.

Convenhamos que fica fácil ganhar aquilo que não se discute. Fugindo das comparações políticas, não de realizações factuais, não é necessário argumentar. Ganha-se no grito, no “carteiraço”, na desqualificação do contrário, no patrulhamento restritivo do campo das idéias. Não há nem mesmo necessidade de convencer a um jovem sobre o assunto, abrindo discussões amplas, livres e irrestritas. Não, basta persuadi-lo de que está sendo um idiota.

A tática não é muito diferente daquela que, de modo geral, domina não só a educação brasileira, mas também nossa mídia: não há opção ideológica, mas somente um lado: o esquerdismo. Recuso-me a chamar, inclusive de “Esquerda”, pois tendo sido um jovem da geração de 60, criei-me, convivi e discuti com a diversidade de opiniões, em meio a uma juventude politizada, que, além de ler sobre marxismo e capitalismo, sabia existir uma plêiade de outros pensares e pensadores, como Tocqueville, Saint Simon, Proudhom, Rousseau, Voltaire, e por aí afora, abrindo um leque enorme de aprendizado político. Não se aceitava discutir democracia, por exemplo, com que não havia lido Montesquieu. Os jovens de hoje o conhecem? É claro que não. Faz mal ao cérebro!

Esses eram os jovens – falo de adolescentes – politizados, ou em vias ou desejo de sê-lo, que amavam o país e queriam ajudá-lo a se encontrar. Quem leu suas perorações sobre as formas de governo jamais confundiria o autocracismo atual com democracia. Nenhum monarca brasileiro, por exemplo, teve o enorme poder de mando de um presidente brasileiro das últimas décadas. Com um agravante que depõe contra o atual sistema: os presidentes, e seus ‘partidos’ políticos nada fazem para o bem das pessoas, dos cidadãos – os que delegam seus poderes – mas para se perpetuarem, a si e aos companheiros, no comando. Isto seria entendível se houvesse o limite da honestidade de princípios, e ele inicia pelo fato de que uma pessoa eleita presidente deveria deixar de ser um político partidário para tornar-se o Primeiro Cidadão em responsabilidade para com a Nação. Deixaria de ser parte de uma simples parcialidade política que o levou ao poder, para ser um prócere nacional de TODOS – os quais, em sua totalidade dão legitimidade e sustento ao poder outorgado.

Joaquim Luís Osório disse em 1915, referindo-se à principal razão do Senador Pinheiro Machado – o ‘Sustentador da República’ – em discordar da apresentação de um candidato à Presidênciao feita pelo Presidente Rodrigues Alves: “...a prevalecer o princípio, teríamos, assim uma aristocracia encarnada em homens que iriam se substituindo em virtude da própria força autocrática; teríamos o absolutismo com a Máscara da República.”

Imagina então apoiar, trabalhar para tanto, querendo domar ao povo e dizer-lhe o que fazer, usando para isso todo o poder e aparato estatal, que pertence à Nação e não a ele, Presidente.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Mentiras! Mentiras! Sistema nazista de campanha!

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Para um historiador, é terrífico defrontar-se com uma situação de "coisa já vista", "filme que já passou", 'dejá vu" na história recente: nazismo, facismo, comunismo, com toda a procisão de desgraças, infortunios e infelicidades para as pessoas corretas de um país - sem que essas pessoas notem a fraude, a mentira, a desonestidade de princípios, o mau uso da boa fé que toma conta da nação brasileira.

Antes, há bem pouco tempo, restava um pingo de decência, de vergonha na cara, mas perdeu-se!

A certeza do poder Executivo de que o povo é burro, inexperiente, otário, babaca, tem permitido a liberação geral e inespecífica nos pronunciamentos, e as mentiras dominaram a campanha de uma candidata.


Acontecimentos de menos de dez anos atrás são calhordamente deturpados.


É claro que a pretensão não visa ao voto dos que já eram conscientes das conjuntras de então porque estes viveram o momento e fizeram parte do sacrifício para EXTIRPAR a inflação galopante daquela época, e sabem que isso se deve ao Presidente Itamar Franco e a seu Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, ambos, hoje. amaldiçoados por aqueles que se deitaram na cama aquecida por aqueles, mas pretendem, isto sim enganar, ludibriar, induzir ao êrro aqueles que são jovens demais, incultos e desinformados e que, aos milhões, irão votar pela primeira vez.

JUVENTUDE, valorize o seu direito. Informe-se! Não seja um "maria vai com as outras".

Acorde, povo brasileiro!

A MENTIRA DESCARADA... DESMASCARADA!

(Clique duas vêzes para aumentar e ler)

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O Brasil pode mais, e o Nordeste também!

SERRA, PRESIDENTE DO BRASIL!

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Encontrei por aí, mas vale a pena transcrever

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ORAÇÃO DO LULA



SENHOR...

Fazei de mim o instrumento do golpe na Constituição... para garantir mais uma reeleição.
Onde houver mutreta... que eu mostre a maleta;
Onde houver gorjeta... que seja minha teta;
Que eu tenha dor na munheca... de tanto encher a cueca;


Em cada licitação... que alguém molhe a minha mão;
E que no meu endereço, vença o meu preço;
Onde houver crachá... que não falte o jabá;
Onde houver ócio... que eu feche o negócio;


Onde houver propina... que reservem o da vila campesina;
Mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT;
Onde houver colarinho branco...que dobre o lucro do banco;
Onde houver esquema... cuidado com o telefonema;


E quando tocar o sino... chamem o Genoíno;
Se mexerem no meu... que venha o Zé Dirceu;
E, se a proposta for chula... lembrai do custo do Lula.


Ó Mestre!



Que eu tenha poder para corromper e ser corrompido;
Porque é sonegando que se é promovido;
É mentindo que se vai subindo;
Pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação,
o índio passa o facão, o sem terra faz a invasão,
a base aliada entra na negociação
e a gente vai metendo a mão...


E que a pizza seja feita pela vossa vontade
enquanto a grana da publicidade
levar o povo a aceitar nossa desonestidade
como se fosse genialidade...


AMÉM !

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

A Morte da Democracia.

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Novos costumes do país de LULAMAMANDOJÁ
Enterrar mulheres brasileiras que pensam diferente dele, até morrerem sufocadas!

ELE, O CÃO, INVEJA O DITADOR IRANIANO PELOS COSTUMES NORMAIS DO IRÃ!



VOCÊ, MULHER BRASILEIRA, CHEIA DE CONQUISTAS, VOTARÁ NAQUELA QUE SENTA COMO HOMEM???


 
O BRASIL PODE MAIS, E O NORDESTE TAMBÉM.

SERRA - PRESIDENTE DO BRASIL!

domingo, 25 de julho de 2010

O PT E A GUERRILHA DAS FARC - desde 2007

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Em virtude da negativa do envolvimento do PT e das FARC, e a bem da verdade e da democracia, segue abaixo o artigo da Revista semanal CAMBIO, da Colômbia, sobre o assunto, em 02 de novembro de 2007, então largamente anunciada e comentada na imprensa brasileira, que parece a ter esquecido.
O artigo é longo mas suficientemente esclarecedor. Todo o brasileiro deveria lê-lo.
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Na noite do sábado 19 de Julho, na fazenda Hatogrande, o palácio presidencial ao norte de Bogotá, o presidente Álvaro Uribe, sorridente e impetuoso como raramente, não hesitou em oferecer a seu colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, um copo de conhaque antioquenho para aliviar o frio dos ossos.


O copo selou a primeira parte do longo dia que tinha começado na sexta-feira 18 e terminaria domingo em Leticia, com a celebração do Dia da Independência. Uma celebração que, como sempre, reuniu artistas como Shakira e que também foi assistida pelo presidente peruano Alan Garcia.

A agenda de Lula e Uribe, alguns acordos bilaterais, foi salpicada com o elogio público mútuo. O presidente Uribe agradeceu a seu colega brasileiro e seu governo de seis anos de relações dinâmicas e de confiança. No entanto, em uma reunião privada que realizou com poucas testemunhas, Uribe fez a Lula um breve resumo de uma série de arquivos que as autoridades colombianas encontraram nos computadores de Raul Reyes, que envolvia cidadãos e funcionários de seu governo com as FARC.

Ao contrário do que aconteceu com as informações relativas aos servidores públicos do governo de Rafael Correa e cidadãos equatorianos, que o o Governo colombiano anunciou publicamente, no caso do Brasil as informações do Presidente foram mantidas sob sigilo e tratadas diplomaticamente para evitar danificar as relações comerciais e cooperação com o governo de Lula.

O governo colombiano tem usado seletivamente os arquivos do computador de "Raúl Reyes". Enquanto os referentes ao Equador e à Venezuela foram usados para enfraquecer Chávez e Correa, hostis a Uribe, os do Brasil foram tratados por debaixo da mesa para não comprometer Lula da Silva, que tem sido mais hábil e menos combativo com a Colômbia do que seus colegas.

Ainda assim, alguns meios jornalísticos brasileiros tinham informações parciais sobre alguns arquivos e, portanto, consultado em 27 de julho, o ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, confirmou em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo que o Governo colombiano havia informado Lula sobre o assunto. "Há uma série de informação sobre conexões que entregamos ao governo brasileiro que pode agir como considerar mais apropriado", disse Santos, mas se recusou a comentar sobre os políticos ou funcionários do governo que possuem vínculos com o grupo hoje dirigido por 'Alfonso Cano’.

Marco Aurélio Garcia, assessor de política internacional do Brasil, respondeu imediatamente às declarações do ministro, considerando como irrelevantes os dados fornecidos pela Colômbia.

‘Cura Camilo’ *

Ninguém sabe exatamente quanto e quão detalhada foi a informação que o presidente Uribe deu ao presidente Lula, mas que o pode ser chamado de "dossiê brasileiro" teria implicações mais sérias do que aquelas derivadas das informações relacionadas com a Venezuela e Equador .

A revista CAMBIO conheceu 85 mensagens eletrônicas que circularam entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008, entre “Tirofijo”, "Raul Reyes", "Mono Jojoy", ‘Oliverio Medina’, representante das FARC no Brasil, e dois homens identificados como "Hermes" e "José Luis".

A julgar pelo conteúdo das mensagens, a presença das FARC no Brasil atingiu até o mais alto escalão do governo de Lula, o PT, Partido dos Trabalhadores, - o partido do presidente, as lideranças político-partidárias e a administração da justiça. Neles são mencionados cinco ministros, um procurador-geral, um assessor especial do presidente, um vice-ministro, cinco deputados, um vereador e um juiz de alçada superior.

O personagem central das mensagens é ‘Oliverio Medina', também conhecido como “Cura Camilo ", um padre que se juntou às FARC em 1983 e que em sua rápida ascensão se tornou secretário de ‘Tirofijo’. Ele veio ao Brasil como delegado especial das Farc em 1997 e esteve na Colômbia durante o processo de Caguán, no qual foi chefe do grupo de imprensa.

Após o colapso das conversações em fevereiro de 2002, ele retornou ao Brasil, onde continuou sua missão, e sua influência atingiu níveis elevados na administração de Lula, que tomou posse em janeiro de 2003. Mas, graças à pressão das autoridades colombianas, foi capturado em agosto de 2005. A Colômbia pediu a extradição, mas o Supremo Tribunal de Justiça do Brasil, não só negou, em 22 de março de 2007, mas concedeu à ‘Medina’o status de refugiado político.

Até alcançar o topo

A prisão não foi um obstáculo para 'Cura Camilo "suspender o seu trabalho de proselitismo e propaganda. Prova disso são os inúmeros e-mails enviados a "Reyes" a mostrar como ele conseguiu chegar ao topo do governo brasileiro.

Quatro das mensagens conhecidas por CAMBIO se referem ao presidente Lula. Em uma delas, datada de 17 de julho de 2004, Raul Reyes ‘Tirofijo’ diz que o governo de ‘Lula’ ajudaria no acordo humanitário."Os padres enviaram-me uma carta pedindo uma entrevista com eles" -, escreve "Reyes". Dizem que falaram com Lula e que este assumiu o compromisso de ajudar no acordo humanitário, intercedendo com Uribe para fazer a reunião em seu país. "

Na segunda, datada de 25 de setembro de 2006, ‘Oliverio Medina’ conta a 'Reyes':" Não te havia dito que alguns dias atrás ‘Lula’ chamou ao ministro Ministro (ministro da Secretaria Nacional DD.HH .), dizendo-lhe que telefonara ao advogado Ulises Riedel, felicitando-lhe pelo sucesso em sua brilhante defesa legal para o meu refúgio ".

No terceiro, datado de 23 de dezembro de 2006, 'Medina' informa 'Reyes' que a “Lula e dois de seus assessores que nos ajudaram muito enviei um cartão de Natal.” Os funcionários são Silvino Heck, assessor especial do presidente e Gilberto Carvalho, Chefe de Gabinete, que são mencionados na carta de 23 de fevereiro de 2007, igualmente destinada a "Reyes: "É possível que me visite um assessor especial de Lula chamado Silvino Heck, que junto com Gilberto Carvalho tem sido um que nos ajudou muito."

Entre os 85 e-mails conhecidos por CAMBIO, há um sem data, também enviado por 'Medina' para 'Reyes’', que diz: "Estive conversando com a Deputada Federal Maria José Maninha. Concordamos que vai abrir-me caminho em direção ao presidente via Marco Aurélio Garcia.” Garcia é secretário de Assuntos Internacionais.

Não menos constrangedores são aqueles onde alguns ministros são mencionados. Uma mensagem dirigida a "Reyes", em 04 de junho de 2005, por um certo "José Luis", contém o nome do ministro da Presidência José Dirceu. "Chegou um jovem de 30 anos e se apresentou como Breno Altman (diretor da TP), dizendo-me que ele vinha de parte do ministro da Presidência José Dirceu, e que, por razões de segurança, eles tinham concordado que as relações não passariam pela Secretaria de Relações Internacionais, mas sim seria feita diretamente através do ministro com a interveniência de Breno. "

No final da mensagem, "José Luis", disse que o governo brasileiro e o PT darão proteção à "Medina", enquanto avança o processo de extradição". Inquiri se podíamos ter certeza de que eles não iriam nos seqüestrar ou nos deportado para a Colômbia, e ele disse: “'Fique descansado. "

Numa carta de 24 de junho de 2004, "Reyes’ diz a ‘Medina’ sobre a possível saída de Dirceu do gabinete: " Se for verdade, esta medida em prol dos detratores de Lula pode afetar a incipiente abertura das relações conosco ".

As Farc também tentaram chegar ao gabinete do ministro das Relações Exteriores Celso Amorim. Numa carta de 22 de fevereiro de 2004, 'José Luis', escreve a "Reyes": "Através do lendário líder do PT Plínio Arruda Sampaio, chegaremos Celso Amorim, Ministro dos Negócios Estrangeiros`. Plínio mandou nos dizer por Albertão (vereador de Guarulhos) que o ministro está disposto a receber-nos. Que logo tenha um espaço em sua agenda nos receberá em Brasília. "

Procurador e juiz

O embaixador das Farc fez o seu trabalho tão bem que também conseguiu alcançar o procurador Luis Francisco de Souza, que é mencionado num e-mail de 22 de Agosto 2004 enviado por "Medina" e "José Luis" para "Reyes" e "Rodrigo Granda": "Deu o seguinte conselho: andem com uma máquina de fotografar e, se possível com um gravador; em caso de serem parados por um agente de informação, tirem fotografias dele e o gravem, mas sempre com cuidado para não permitir que ele pegue a câmera e gravador. Em relação ao evento, apresentar uma queixa dirigida a ele como Procurador-Geral que a fará chegar ao chefe da Polícia Federal e à Agência Brasileira de Informação.

Algumas cartas foram escritas durante o processo de Caguán e envolvem a um prestigioso juiz e a um alto ex-oficial das Forças Armadas Brasileiras. Por exemplo, data de 19 abril de 2001, ‘Mauricio Malverde’ informa a 'Reyes':" O juiz Rui Portanova, amigo nosso, afirmou que quer ir para os campos para ser instruído e conhecer a vida das FARC . Pagará a sua viagem.". Portanova era então juiz superior do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Três dias antes, em 16 de abril, 'Medina' narra a ‘Reyes’ uma reunião de Raimondo, Pedro Enrique e Celso Brand – provavelmente ligações das FARX no Brasil - com o Brigadeiro do Ar, Ivan Frota, ex-chefe Força Aérea Brasileira. "O homem se interessou e disse que gostaria de ter um encontro pessoal conosco. Ele diz que eles estão começando a amadurecer um plano de tomar a base de Alcântara com forças nacionalistas para impedir que os Estados Unidos fique com 600 quilômetros quadrados de território sob seu domínio. .

A pequena amostra dos 85 e-mails conhecidos pela CAMBIO revelam a importância do Brasil na agenda externa das Farc, manejada por Raul Reyes e não cabe dúvidas de que o “Cura Camilo", para fortalecer a estratégia continental da guerrilha aproveitou a oportunidade criada pela chegada ao poder de Lula e seu influente Partido dos Trabalhadores para atingir os mais altos níveis do governo.

E se é verdade que os e-mails são apenas indícios de um possível compromisso do governo Lula com as FARC, já que nenhum dos funcionários enviou mensagens pessoais a qualquer membro do grupo guerrilheiro, suscita muitas dúvidas que exigem uma resposta Governo brasileiro.

Contatos da FARC

A expansão das Farc na América Latina não incluiu apenas funcionários dos governos de Venezuela e Equador, mas também o compromisso de líderes, políticos e de altos membros do Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, o grupo guerrilheiro manteve contactos com advogados e juízes do Brasil.


- José Dirceu, ministro da Presidência.


- Roberto Amaral, ex-ministro da ciência.


- Erika Kokay, MP.


- Gilberto Carvalho, Chefe de Gabinete.


- Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores.


- Marco A. Garcia, assessor de assuntos internacionais.


- Perly Cipriano, subsecretário de Promoção HH.RR.


- Paulo Vanucci, Secretaria Ministro HH.RR.


- Silvino Heck, assessor presidencial.

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* - Olivério Medina - "Cura Camilo", acusado de diversos assassinatos e sequestroos na Colôbia recebeu asilo político no Brasil. Sua mulher foi empregada no Palácio do Planalto a pedido de Dilma quando Chefe da Casa Civil, onde se encontra até hoje recebendo polpudo salário.


ISTO É O SUFICIENTE PARA COMPROVAR NAMORO E CASAMENTO ENTRE O PT E AS FARC
FORA LULA!   FORA PT!   FORA SARNEY!  
FORA DILMA TERRORISTA


BASTA DE ÓDIOS E MATANÇAS!
O BEM VENCERÁ O MAL!
 
O BRASIL, COM DEUS, PODE MAIS!
E O NORDESTE, COM PADIM CIÇO TAMBÉM!
 
 
SERRA PARA PRESIDENTE!

sábado, 24 de julho de 2010

UM ARTIGO A FAVOR DE CRISTO E DA PAZ

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(ESTE FOI O ARTIGO QUE REDIMIU A IGREJA CATÓLICA E AOS  CRISTÃOS DE QUALQUER IGREJA, E QUE ENFURECEU O PT E A TERRORISTA!)

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus

Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.


Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.


Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.


Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.


Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus, como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).


Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que  

não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff

e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam.


Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

D. Luiz Gonzaga Bergonzini Bispo de Guarulhos
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Fonte: Diocese de Guarulhos
 
Sem dúvida este Bispo é realmente um enviado do Senhor trazendo a mensagem de que o Brasil é a terra do Amor, da Concórdia e da Paz, e não o covil do Ódio, da Cizânia da Violência.
 
O BRASIL PODE MAIS!
 
SERRA PARA PRESIDENTE

terça-feira, 20 de julho de 2010

Em direção aos recifes...

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A onda perdeu força e parou. Será que vai começar a retornar? Refiro-me ao apoio da imprensa nacional ao governo Lula, que até alguns dias atrás era inconteste e avassaladora, chegando mesmo ao desvario de cronistas e o puxa-saquismo dos editoriais. Quase sem exceção!
Muitas pessoas buscam explicar tal atitude pelo fato de que as organizações da imprensa brasileira, quase todas em regime de UTI, necessitando do único remédio que as manteria vivas - o dinheiro, muito dinheiro - rendia suas homenagens aos que controlavam malévola e corruptamente as verbas das propagandas e das publicidades oficiais, tanto diretamente do governo quanto das companhias controladas por ele.
Isto é feio, não há dúvida, mas a imprensa tem memória de elefante para esses casos. Não deve ter esquecido as humilhações de ter de demitir funcionários para agradar alguém no poder, ou para apaziguar o prejuízo causado por artigos ou opiniões que, mesmo com vezos de verdade, arranhavam a compostura  de poderosos do momento. Afinal, se tem uma coisa que a esquerda lulista faz bem é a de meter medo e receio em profissionais de jornalismo.
Muitos desses profissionais encontraram-se em situações ambíguas nas quais estavam postas de um lado suas opiniões políticas e sua ética profissional, e de outra, o seu salário, seu emprego e uma família para alimentar e prover. Optaram, muitos, pela segunda, engoliram o desaforo mas não o deglutiram. Sabiam que o mundo é redondo e acaba por passar pelo mesmo lugar, alegoricamente falando.
O momento parece ter chegado. Timidamente, alguns iniciaram a soltar as amarras do navio que estava firmemente acostado no cais. Aos poucos, outros estão fazendo o mesmo. O cordame vai afrouxando e o navio vai ficando solto e inicia a flutuar ao léu. O navio governista irá perder-de nos abrolhos adiante na primeira tempestade.
A coragem retorna, esvai-se o medo, desaparece a angústia e surge claro na mente dos jornalistas a certeza de que dentro de menos de 165 dias a hidra perversa perderá a cabeça, e o seu veneno será inócuo, pois estará sem as presas do poder. A vingança dos males feito é questão de pouco tempo, mas acontecerá. Na realidade, já está acontecendo. Abrem-se os jornais e revistas atualmente e a "babação" insidiosa terminou. Volta a racionalidade, recompõe-se a vergonha na cara, nasce o desejo de repor a verdade. A imprensa reassume o seu papel democrático e retoma o senso de justiça. Afinal, o Brasil pode mais.
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